1.7.18

Consumo de álcool na gravidez pode estar associado à deficiência auditiva do bebê


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Logo que descobre que está grávida, uma das primeiras orientações é que se pare de fumar e beber. A restrição não é uma orientação sem sentido. Há pesquisas comprovando que a saúde da criança é muito afetada por esses hábitos, em vários aspectos. Um novo estudo japonês descobriu que consumir álcool durante a gravidez está associado a um maior risco de deficiência auditiva das crianças. 

A pesquisa, feita pela Universidade de Kioto, usou dados de 10.562 crianças, que incluíam informações sobre as gestações e a saúde dos bebês. Entre as medições de saúde, estava um exame de deficiência auditiva aos 3 anos de idade.

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A conclusão foi de que as crianças que eram expostas ao álcool antes de nascer tinham maior chance de seus exames auditivos indicarem suspeita de deficiência auditiva.

Além dos problemas na audição dos bebês, consumir bebidas alcoólicas na gestação podem levar à síndrome do alcoolismo fetal. A doença é o conjunto de sinais e sintomas apresentados pelo feto em decorrência à ingestão de álcool pela mãe durante a gravidez. Entre os sintomas encontram-se o déficit de crescimento, alterações em características faciais e atraso no desenvolvimento neuropsicomotor.

Síndrome do alcoolismo fetal

No entanto, a síndrome do alcoolismo fetal não depende apenas da ingestão de bebida durante a gestação. Em geral, o histórico de toda a vida pode aumentar o risco. Confira mais fatores de risco para a condição:

  • Consumo de álcool no primeiro trimestre da gestação
  • Início precoce da ingestão de álcool
  • Idade materna acima de 25 anos
  • História de gestação anterior com parto prematuro ou natimorto
  • Ter tido três ou mais gestações anteriores
  • Ingestão de álcool com frequência de cinco ou mais doses por ocasião e 2 ou mais vezes por semana.

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