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O perigo do abuso do álcool na quarentena





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Em meio a pandemia do novo coronavírus, estar isolado dentro de um ambiente limitado, como um apartamento, não é tarefa fácil. Devido a isso, o interesse por algo que nos tire da realidade e do bombardeamento de notícias, quase sempre negativas sobre a covid-19.

O "#sextou" rotineiro, numa mesa de bar com amigos, foi transferido para as conversas virtuais em qualquer dia da semana. E o hábito de tomar sozinho uma taça de vinho ou uma cerveja após o expediente, segundo mostram as publicações por aí, tem crescido para taças e garrafas.

A gente está num momento de tormenta e basicamente expostos a situações fora do nosso controle. Dentro desse cenário, o ideal é se apegar ao controle do que temos - e eles são nossas ações e pensamento.

O consumo de bebidas alcoólicas, especialmente de forma abusiva, enfraquece o sistema imunológico e deixa o corpo mais vulnerável diante de infecções. Essa reação é comprovada em estudos e dados do Instituto norte-americano de Alcoolismo e Abuso do Álcool (NIAAA, sigla em inglês), que demonstram que quem bebe de forma abusiva e crônica está mais propenso a contrair doenças, como pneumonia e tuberculose.

Não existe uma quantidade considerada segura para o consumo de bebidas alcoólicas, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Os efeitos do álcool são influenciados por fatores muito específicos e individuais, como uma vulnerabilidade genética a problemas no fígado ou a dependência, por exemplo.

Portanto, é preciso tomar cuidado na ingestão de bebidas alcoolicas para não enfraquecer a sua saúde e nem a sua mente.


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